Perguntas mais frequentes sobre seguro de automóvel

1- O que caracteriza a indenização integral em caso de ocorrência de sinistro?

A indenização integral é caracterizada quando os prejuízos resultantes de um mesmo sinistro atingirem ou ultrapassarem 75% (ou percentual inferior quando previsto na apólice) do valor contratado pelo segurado. Em caso de roubo ou furto do veículo sem que o mesmo seja recuperado, há também a indenização integral.

2- Como devo proceder para o recebimento de indenização integral?

No caso de indenização integral, o segurado deverá, ocorrendo sinistro, avisar imediatamente a seguradora, preencher o formulário de aviso de sinistro e apresentar a documentação necessária, definida nas condições gerais do seguro.
Nos casos de indenização integral, o documento de transferência de propriedade do veículo deverá ser devidamente preenchido com os dados de seu proprietário e da sociedade seguradora.

3- Como devo proceder para o recebimento de indenização parcial?

Para a indenização parcial por avarias, ou seja, por danos materiais causados ao veículo que não acarretem a indenização integral, o segurado deverá, no caso de sinistro, avisar imediatamente a seguradora, preencher o formulário de aviso de sinistro, levar o veículo a uma oficina de sua livre escolha (é possível que a seguradora ofereça algumas vantagens para utilização de rede credenciada, mas não pode impedir o segurado de escolher determinada oficina) e aguardar autorização prévia da seguradora para serem efetuados os consertos.

4- O que é franquia?

É o valor, expresso na apólice, que representa a parte do prejuízo que deverá ser arcada pelo segurado por sinistro. Assim, se o valor do prejuízo de determinado sinistro não superar a franquia, a seguradora não indenizará o segurado.

Entenda a franquia do seguro de automóvel

Franquia é um valor obrigatório que o segurado paga à oficina para consertar o seu carro; ou seja é a participação do segurado no sinistro de perda parcial.

Ter um seguro de carro é uma prevenção contra gastos inesperados, caso você tenha uma colisão com outro veículo. Para acionar o seguro para danos a terceiros você estará isento da franquia(exceto quando o veículo do segurado for um ômibus, Caminhão, Ambulância e etc…). No entanto, para usar a cobertura no conserto do próprio carro, será cobrado o valor da franquia estipulado na proposta de seguro Auto.

Como a franquia funciona

Como falamos anteriormente Franquia é um valor obrigatório previamente estipulado em sua apólice de seguro, em casos de sinistros de perdas parciais, o seguro cobre os valores acima deste valor  para consertar o seu carro. Se você escolheu uma franquia de dois mil reais, por exemplo, a seguradora paga somente os consertos que custam acima deste valor.

Por exemplo: você bate o carro e leva o veículo para uma das oficinas da seguradora. Supondo que o orçamento fique em R$ 5.000,00, você terá que pagar dois mil reais para a oficina, enquanto que os valores acima da franquia serão de responsabilidade da Cia de Seguros. Saiba que nas oficinas conveniadas com a seguradora , você terá um desconto na franquia que poderá chegar a 25%.

Conheça os tipos básicos de franquia que existem atualmente no seguro auto.

– Normal ou obrigatória: Você contrata o seguro e tem o valor da franquia padrão .

– Reduzida: Indicada para quem acredita que vai usar o seguro com maior  frequência,  Nesta opção, o cliente paga mais caro pelo seguro e tem a franquia reduzida para 50% ou 75% da franquia obrigatória.

– Majorada: Custa o dobro da franquia normal e, por esse motivo, o preço do seguro é um pouco mais barato.
 

Você não paga a franquia em perda total

Existem duas situações que são consideradas perda total:  nos casos de roubo e furto sem a localização do veículo, e nos casos de colisões em que seja decretada a perda total . (quando o conserto fica igual ou acima de 75% do valor do veículo).

 Perda de classe de bonificação

Toda vez que você usar o seguro para reparos em seu veículo haverá perda de uma classe de bônus.

5- O que é bônus?

 

 O que é Classe de Bônus? É um desconto concedido ao segurado na renovação do seguro com aumento progressivo de classes, caso não haja sinistro na vigência da apólice de seguro auto anterior.

Quais são as classes de bônus no Seguro Auto? 0%, 10%, 15%, 20%, 25% e 30% (ou classes 0,1,2,3,4,5) Exemplo: no primeiro ano do seguro de automóvel, o bônus é 0%. Se durante este primeiro ano o seguro não for utilizado, na renovação do ano seguinte o segurado tem direito ao bônus classe 1, que equivale a 10% de desconto. No ano seguinte, caso não utilize o seguro, o segurado tem direito ao bônus classe 2, que equivale a 15% de desconto E assim sucessivamente na escala de 5 pontos porcentuais  20%, 25% e 30% (limite). Da mesma forma que o bônus aumenta, também diminui uma classe caso haja sinistro durante a vigência do seguro auto.

Posso transferir meu bônus para outra pessoa? Não. O bônus é pessoal e intransferível.

Se eu acionar a assistência 24 horas, perco o bônus? Não. o uso da  Assistência 24 horas (guincho, socorro mecânico, assistência residencial, reparos em vidros, faróis lanterna e retrovisores), não acarreta na perda de bônus, pois tratam-se de cláusulas adicionas ao seguro auto.

Quando perco uma classe de bônus? Se acionar a seguradora para conserto do veículo segurado e/ou de terceiros, ou para indenização de perda total do veículo por colisão, incêndio ou roubo/furto.

Se eu bater o carro e utilizar o seguro, perco todo o meu bônus? Não. Na próxima renovação, terá o bônus reduzido em uma classe. Exemplo: Se o cliente possui classe de bônus 2, equivale a 15% de desconto e não sofrer sinistro, na renovação passará a ter classe de bônus 3, o equivalente a 20% de desconto. Vamos supor que tenha sofrido um sinistro e acionado a cobertura do seguro, nesse caso a classe de bônus diminuirá para classe 1, que equivale a 10% de desconto. O bônus só não diminui quando é 0%.

Se eu bater o carro e utilizar o seguro mais de uma vez durante a vigência da apólice, perco mais de uma classe de bônus? Sim. A redução de classe de bônus está relacionada diretamente com um único evento. Cada sinistro perde uma classe de bônus

Se eu somente usar o seguro para consertar o veículo do terceiro, perco uma classe de bônus?Sim. Basta o seguro ser acionado, independente de ser o veículo segurado ou de terceiros.

Se eu quiser trocar de seguradora na renovação, será considerado o meu bônus? Sim. As seguradoras aceitam o bônus de suas congêneres, para isso basta apenas informar o número da apólice e o código C.I.

6- O segurado assumiu a culpa pelo acidente no lugar de outro motorista que não tem seguro. Quais são os riscos?

Um motorista sem seguro bate no carro de outro que tem seguro. O segurado assume a culpa pelos dois acidentes, mas o outro paga a franquia dele. Parece um acordo bom para os dois lados, só que isso é fraude (equivalente a roubo!).

Além do aspecto moral, as seguradoras utilizam um vasto arsenal tecnológico para identificar esse tipo de situação. As empresas podem reconstituir os acidentes e verificar se há divergências com o que o segurado informou.

As seguradoras estimam que pelo menos 20% das indenizações pagas têm algum tipo de irregularidade. Para reduzir esse percentual, que resulta em maior preço do seguro para todos, as seguradoras têm sido cada vez mais rigorosas, inclusive denunciando criminalmente os responsáveis.

7- À noite, não guardei o meu carro na garagem e ele foi roubado. A seguradora paga a indenização?

A maioria das seguradoras indeniza o segurado se for possível provar que o carro pernoitava regularmente na garagem e a noite do furto foi uma exceção.

Porém, se a empresa provar que o carro pernoitava na rua habitualmente, pode negar a indenização.

8- O segurado deixou o carro com um manobrista e ele bateu. O que fazer?

As empresas que oferecem serviço de manobrista devem ter um seguro que dê garantia contra furto, roubo ou acidente.

O problema é que há várias empresas que atuam na informalidade e não têm seguro. Nesses casos, o segurado tem de fazer um Boletim de Ocorrência e acionar a sua seguradora, que vai então cobrar da empresa responsável pelo manobrista. Mas a seguradora vai ressarci-lo do prejuízo.

O mesmo também vale para o motorista que deixou o carro na mão de um “flanelinha”, que costuma manobrar o carro na rua.

O endereço de residência na apólice do automóvel é numa cidade do interior, mas foi roubado na capital. A indenização é paga?

Dependendo da cidade do interior em que você mora, o prêmio do seguro será mais barato do que na capital, onde os riscos de acidente, roubo e furto são maiores.

Essa diferença pode levar o segurado a cair na tentação de informar que o endereço de pernoite do carro é o do sítio do fim de semana, não a residência na cidade. Isso é fraude e a seguradora pode não pagar a indenização.

Diferenças de informação desse tipo são a maior causa de conflitos entre seguradoras e segurados. Elas provocam questionamentos e processos internos na seguradora, o que atrasa o pagamento da indenização.

Porém, se o segurado de fato reside na cidade do interior indicada na contratação e estava somente em viagem à capital, o sinistro é pago, sem problemas. Provavelmente a seguradora vai fazer algum tipo de investigação para verificar a veracidade da informação.

O segurado mudou de endereço e não avisou à seguradora. A companhia pode se recusar a pagar a indenização em caso de acidente, roubo ou furto?

A mudança de endereço precisa ser avisada à seguradora. Mas, às vezes, o segurado não se lembra de fazer isso. E só vai lembrar que não informou à seguradora o novo endereço para onde se mudou quando acontece um acidente, roubo ou furto.

Ainda que não exista má-fé, a seguradora pode se recusar a pagar a indenização.

É preciso informar sempre a mudança do endereço onde o seu carro pernoita, para evitar problemas na hora do sinistro.

9-O segurado, embriagado, bate o carro. Há cobertura do seguro?

Aqui existe uma sutileza legal: para que a seguradora possa alegar embriaguez e não pagar a indenização, é preciso que haja uma prova de que o motorista estava bêbado – em geral, um teste de bafômetro realizado pelo policial.

Se o motorista se negar a fazer o teste, o policial pode fazer constar a recusa no Boletim de Ocorrência e informar que havia aparência de embriaguez. Caso contrário, o não pagamento da seguradora pode ser contestado judicialmente.

Apesar disso, não abuse, principalmente em tempos de “Lei Seca”. Se exagerou na bebida, peça ajuda à sua seguradora. Muitas oferecem o chamado “motorista amigo”, que leva para casa o segurado sem condições de dirigir.

10-O segurado viajou para um país do Mercosul. Bateu o carro ou este foi roubado. A indenização é paga?

A maioria das apólices de seguro de automóvel tem validade no Mercosul.

Quem viaja para os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) é obrigado a contratar um seguro chamado “Carta Verde”.

É um seguro de responsabilidade civil para indenizar diretamente outras pessoas que não estão dentro do carro, por danos corporais e materiais ou reembolsar o segurado das despesas que tiver, inclusive com honorários de advogado e custas judiciais.

O prêmio do seguro Carta Verde varia de acordo com o período da viagem e é cotado em dólar.

No caso de viajar de carro para outros países que não os do Mercosul, não há cobertura automática na apólice normal, sendo necessária, para se ter a cobertura, a contratação de uma cláusula específica – extensão de perímetro.

11-O segurado emprestou o carro para um amigo e houve um acidente. A seguradora pode recusar o pagamento da indenização?

As seguradoras utilizam várias formas de identificar os condutores do veículo: principal, mais frequente ou habitual.

Geralmente, o empréstimo do veículo para alguém em caráter claramente eventual, ou seja, que não tem periodicidade fixa, não resulta na negativa do pagamento do sinistro.

Se o empréstimo foi para alguém que usa habitualmente o veículo e não foi relacionado na proposta de seguro, a seguradora pode se negar a pagar o sinistro.

Em algumas situações de usuário eventual, há maior rigor quando o empréstimo é para alguém com idade inferior a 25 anos.

Se o amigo do segurado usa o carro dele uma vez por semana, por exemplo, isso é considerado uso habitual. Para ter direito à indenização, é preciso incluí-lo como motorista.

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  • Documento do veículo: Placa, chassi, ano, modelo, etc…
  • Dados do segurado: CPF,  data de nascimento, CNH ( A Porto Seguro concede descontos, caso não tenha pontos na carteira de habilitação).
  • Dados do Condutor do veículo( caso não seja o próprio segurado)
  • Dados da utilização Ida e volta ao trabalho, Lazer ou Atividade profissional
  • CEP do pernoite e garagem na residência, escola/ faculdade e no local de trabalho
  • Em caso de renovação de seguro auto, informe a Cia atual e a classe de bônus
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